Ocupe o Cocó: resistência em defesa do parque continua em Fortaleza

Desde meados de julho, manifestantes ocupam o Parque do Cocó, em Fortaleza, protestando contra a construção de viadutos que avançariam pelo parque, uma das poucas áreas verdes da cidade. Trinta árvores, de diferentes espécies, chegaram a ser cortadas no início das obras, que, se não tivessem sido interrompidas, colocariam abaixo pelo menos outras 70. Esse foi o pontapé inicial da ocupação, que ficou conhecida como Ocupe o Cocó. Na quinta-feira da semana passada, após cerca de 40 dias de mobilização, uma ordem judicial de reintegração de posse seria executada.  Mas a própria juíza Joriza Pinheiro que determinou a desocupação recuou de sua decisão. Em função das últimas manifestações da Advocacia Geral da União (AGU), a juíza entendeu que o processo na verdade seria de competência da Justiça Federal e determinou o encaminhamento dos autos. Isso sem dúvida pode ser considerado uma vitória dos manifestantes.

Decididos a resistir e a permanecer na ocupação, com apoio de diversos setores da sociedade que se somaram ao acampamento na noite anterior, se a reintegração fosse levada adiante, provavelmente veríamos mais um triste episódio de violência policial. Esperamos que agora a Prefeitura de Fortaleza e o Governo do Estado do Ceará busquem soluções para o caso, abrindo canais de diálogo e construindo espaços efetivos de participação da população. Ao longo desses dias de ocupação, inclusive, foi promovido um concurso de alternativas aos viadutos, não com o objetivo de escolher um vencedor, mas de reunir propostas e reivindicar canais de diálogo.

Aliás, está enganado quem pensa que os manifestantes do Ocupe o Cocó estão lutando apenas contra a derrubada de árvores e a preservação do parque. Essa mobilização mostra que a população de Fortaleza está questionando fortemente o modelo de desenvolvimento urbano da cidade e não aceita mais projetos que impactam a vida de todos, mas que não são discutidos com ninguém. Como tantas das manifestações que vimos no Brasil nos últimos meses, e mesmo no mundo, me parece que também neste caso estamos diante de uma reivindicação pelo direito à cidade, pelo direito de participar ativamente das decisões sobre em que cidade queremos viver.

23 comentários sobre “Ocupe o Cocó: resistência em defesa do parque continua em Fortaleza

  1. Como é mal informada essa senhora de outro estado.

    Primeiro erra grosseiramente no número de árvores removidas (quase todas de uma espécie invasora – castanholeira). Omite que foram plantadas mais de QUINHENTAS ÁRVORES NATIVAS para compensar as que foram retiradas. Ainda serão plantadas cerca de MAIS CEM, chegando a CINCO VEZES MAIS que a quantidade de árvores não nativas removidas.

    Erra também em considerar uma vitória dos “do contra” o deslocamento da competência, pois a 2ª instância da Justiça Federal determoninou que a Prefeitura pode utilizar “as medidas necessárias” para desocupar a área onde estão acampados manifestantes contrários ao projeto.

    E ainda superestima a relevância dos manifestantes que são só algumas dezenas movidos por interesses partidários capitaneados por um ex-prefeita da cidade e 2 vereadores da oposição.

    Além de serem comprovadamente pagos por políticos (R$ 35,00 diária), os manifestantes não representando o interesse da cidade de Fortaleza: uma única página a favor dos viadutos possui mais de 7.3k pessoas a favor.

    • Você só repete o mesmo blá-blá-blá cansado, elitista e mentiroso de quem não apóia. Ninguém recebe 35 reais, você tá doido, nunca foi provado isso. É pura calúnia. E o movimento não é só de quem tá lá não, é de boa parte da sociedade, mais esclarecida, que enxerga o futuro da cidade, e não soluções fáceis e nocivas pra nossa cidade.
      Você é daqui, mas veio nesse blog só pra falar bobagem, e ela que não é tem mais lucidez do que você.

    • Alô Guimarães?!? Quem erra grosseiramente é você, de maneira ingênua ou a mando dos coronéis daqui do estado do Ceará. O seu discurso é propositadamente falacioso por qual motivo? A informação está pertinente, assim como está de parabéns a resistência dos que lutam por outro modelo de cidade, uma cidade que priorize a VIDA e não a especulação imobiliária. Aproveito para destacar, ainda, que o Parque do Cocó é o maior parque urbano da América Latina e a estratégia do governo é aumentar ainda mais o desmatamento da área para PAGAR DÍVIDAS DA CAMPANHA ELEITORAL. Pasmem, mas é isso mesmo! Sinto muita vergonha dos atuais governantes de meu estado e cidade. As pessoas que estão ocupando o Cocó são cidadãs e cidadãos de bem, que se revezam dia e noite para garantir essa resistência. Não tem ninguém pago, não! Esse discurso preconceituoso, mentiroso e irresponsável é difundido pelos lambe-botas dos Faraós Ferreira Gomes, como aqui são conhecidos. É uma ocupação pacífica e muito bonita de se ver e apoiar. E o apoio que posso oferecer como cidadã que ama e respeita Fortaleza é, pelo menos, resgatar a verdade, já que não disponho de condições para ajudar de outra maneira. Quem se interessar por maiores informações, há várias fontes fidedignas de informação. Basta pesquisar.

    • Sr. Guimaraes, parece que o mal informado é você. Um dos motivos para que a obra fosse embargada é o fato de que foram removidas mais árvores do que o previsto no projeto. Técnicos já estiveram no parque e fizeram relatórios comprovando que o mangue foi diretamente afetado. O Sr. me parece ter uma idade suficiente para não ser tão ingênuo (para não dizer outra coisa…). Quantos anos acha que levará para árvores que supostamente serão plantadas chegarem ao tamanho das que foram retiradas?
      E onde está essa comprovação de que os manifestantes estão sendo pagos? A única comprovação que temos é a de que o prefeito recebeu dinheiro para a campanha de 2012 da mesma empresa contratada para a construção dos viadutos.
      Uma obra que é embargada uma única vez já tem coisa errada, imagine uma que é várias vezes!!!

    • *
      NÃO, o problema não é só o viaduto, pois há outras propostas escabrosas como essas vindo por aí (vide ponte estaiada, acquario). O problema é a falta de debate público sobre obras impactantes na a cidade, e a resistência ao viaduto visibiliza fortemente essa falta de gestão democrática, exigida em LEI (mas você não sabe nem o que é um Conselho Municipal das Cidades, nem quer saber…)
      NÃO, o viaduto não vai amenizar os engarrafamentos, só vai empurra-los pra alguns quarteirões adiante (mas como você prefere não ler as diversas manifestações dos especialistas, não sabe porque tecnicamente é uma opção errada)
      NÃO, a obra não foi debatida publicamente, não atende às exigências legais, foi feita a partir de um diagnóstico dos anos 90 e não é a única maneira de desafogar aquele ponto (mas como você prefere continuar ignorando as alternativas apresentadas, nunca vai deixar de dizer viadutosim)
      NÃO, os estudantes e profissionais que apresentaram propostas alternativas não podiam naquele tempo e com pouca estrutura e falta de informações apresentar tudo detalhado, inclusive com orçamento, como o prefeito tem criticado (mas você prefere ignorar a possibilidade de um concurso de projetos, inclusive pelo cuidado necessário com o gasto público).
      NÃO, não tem espaço pra pedestre, ciclista e faixa exclusiva pra ônibus no viaduto, é só olhar o vídeo oficial do projeto (mas você não consegue ligar os pontinhos e ver que se tivesse isso tudo, só sobraria uma faixa no viaduto pra carro, e isso vai ser uma beleza pra engarrafar mais)
      NÃO, não é verdade que o prefeito não faz um túnel naquela região por ser caro e inviável tecnicamente, pois não falta dinheiro do governo federal pra obras de mobilidade e nem gente competente pra isso, já tendo sido feitos túneis até dentro do mar (mas você tem preguiça de ouvir o outro lado e repete o que o poder público diz)
      NÃO, os acampados não recebem dinheiro pra estar ali, estão é gastando o que têm e o que não têm, e contando com a ajuda de muita gente (mas como você nunca atuou em movimentos sociais, não sabe o que é se dedicar a uma causa em que acredita, abrindo mão do resto da vida)
      NÃO, não tem político financiando o gerador que usaram e os banheiros químicos, todas as decisões sobre aceitar o que é oferecido e quem oferece são feitas publicamente, em reuniões lá mesmo, abertas, pois o espaço é público (mas como vc nunca participou de um coletivo assim, não sabe como é)
      NÃO, os acampados não são vagabundos, drogados e cabos eleitorais, tem professor, estudante, operário, ex-policial, biólogo, gente que é contra partidos, etc. São pessoas normais, só mais conscientes e solidárias que a maioria (mas, como você nunca foi lá, não os conhece)
      NÃO, o prefeito nunca dialogou, apenas mandou representantes que ouviram as denúncias graves e ao fim disseram que eles tinham que sair, ignorando tudo que fora dito (mas como você só se pauta pela grande mídia, nunca sabe da realidade dos fatos…)
      NÃO, quem defende viaduto não é progressista, pelo contrário, tá levantando bandeira dos anos 60 e 70 (mas vc prefere ignorar os outros modais, o metrô que deveria estar funcionando, alternativas mais sustentáveis e coletivas)
      NÃO, a polícia/guarda municipal não pode violentar as pessoas do acampamento, remove-los de madrugada debaixo de muita bomba e porrada, agredir, roubar e ameaçar pessoas que vão pra rua defenderem o que elas acham certo (mas como você acha que nunca vai acontecer com vc, vc adora a ação esse estado policial)
      NÃO, não é bonito ir pra rua defender a degradação de um parque em uma cidade que já perdeu 90% da sua cobertura vegetal (mas como seu emprego parece depender isso, você confirma presença no facebook)
      NÃO, a gestão roberto cláudio não está governando pra maioria da cidade, pois apenas 25% dela se desloca de carro (mas você, que tem dois ou três automóveis, está se sentindo contemplado)
      Não, não é a primeira manifestação das pessoas pelo Cocó, houve muito barulho por conta do iguatemi, dos prédios, das concessionárias (mas você, que sempre foi alienado, nunca deu bola pra essas notícias… agora com a internet está mais difícil fugir de informações que vão contra o seu senso comum. E tem que mande os acampados lutarem pela Amazônia, mas tem gente fazendo isso, viu? E, de novo, não é você…)
      NÃO, aquela área não nasceu como uma salina. Era um mangue, que foi transformado em salina e, com o fim da mesma, se regenerou lindamente (mas você prefere repetir que nunca teve árvore ali, porque era uma salina desde o jardim do éden, dãããã).
      NÃO, os acampados não lutam pelo reflorestamento dos dois descampados que existem próximos porque ali é uma área de lazer, que estimula as pessoas a terem um uso sustentável do parque. Além disso, o índice de salinização desse área ainda é muito alto e não permite que árvores grandes cresçam (mas você prefere compartilhar imagenzinha do facebook sem pensar sobre ela).
      NÃO, não são só 200 pessoas contra. São diversos movimentos, coletivos, articulações pela cidade, Igrejas, sindicatos, partidos, não-partidários, universidades, entidades profissionais, etc dizendo não a isso (mas o prefeito disse que era só um grupinho do partido de oposição, e você acreditou)
      NÃO, não são só 94 árvores. A prefeitura, conforme comprovou o Ministério Público, desmatou bem mais que isso e a cada 15m do parque que cedemos, quem garante que mês que vem não se tire mais? (mas você não entende que a preservação ambiental deveria ser inegociável, indo na contramão do que as outras cidades do mundo vem fazendo)
      NÃO, o fato da questão ser POLÍTICA não é algo negativo (mas você prefere “não se envolver politicamente” e continuar sendo governado pelos outros)
      E NÃO, se o braço armado do Estado conseguir tirar as pessoas de lá nós não desistimos. Pelo contrário. Nós retornaremos, em vários outros locais, outras lutas, mais fortes, mais convictos, mais teimosos, mais resistentes, mais conscientes. Pra atrapalhar seu trânsito, seu sossego, seu status quo e, quem sabe, suas convicções. As coisas mudaram, e é bom você se ligar que cada vez menos pessoas permitem que se meta a mão no seu bolso pra enriquecer os outros. A ação de resistência é política sim, pedagógica, dialógica, e é caminho sem volta. Desculpaê.
      *por Valéria Pinheiro

      • Muito boas suas colocações, Valéria! É indignante ver como tem gente que pensa tão localmente que não consegue enxergar as necessidades do resto da comunidade.

    • Guimaes Martins, vejo que você não é desinformado, mas mentiroso e mau intencionado. O movimento não é capitaneado por políticos e nem os manifestantes que lá estão rebebem dinheiro.Além do mais mataram árvores da flora local e desmataram 3 vezes mais do que divulgaram, é tanto que um técnico do IBAMA fez o laudo comprovando isso. Isso mesmo, mataram, pois se trata de algo vivo. Sem falar que a prefeitura está agindo na ilegalidade, e que na primeira desocupação dos manifestantes agiu de estrema violência, espancando os mesmos, disparando gás lacrimogêneo dentro do parque e dentro das barracas, isso as 3 horas da madrugada. Você é muito desinformado ou é mal caráter mesmo??

    • O que e mais importante,a natureza ou a PORRA DAQUE VIADULTO!!!!!!!!!!A POLICIA ACULPA DE FORMA VIOLENTA,MUITO VIOLENTA!!!!!,A NATUREZA E DE DEUS E DEUS CRIOU ELA PARA NOS SERES HUMANOS CUIDAR,E NÃO PARA FAZER ESSA PORRA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1

  2. /\ ai senhor, paciência. Até aqui esse povo chato e mentiroso querendo enfiar goela abaixo das pessoas uma obra que não vai beneficiar ninguém (fora a empreiteira que vai construir) e, pior, ainda inventando mentiras pra tentar desvalorizar a manifestação. Melhoremmm.

  3. desinformado é quem pensa que o impacto da construção do viaduto no local será só em relação as árvores…nem a prefeitura sabe qual o impacto, pois não há EIA/RIMA, nem EIV.

  4. Acho que você guimaraes martins perde toda força de argumento quando fala “essa senhora de outro Estado”. Independente de qualquer coisa que vc fale depois , começar assim tira a credibilidade que você tenta trazer com os muitos fatos que seguem no seu discurso. Você assume o desdém tão característico do nosso Governador. E olha que vc traz vários argumentos! E outra: o que fica do post, independente de quaisquer prós ou contras é que : questionar o modelo de desenvolvimento urbano da cidade que se impõe e a que se quer está na ordem do dia e é preciso sim que se estimule o diálogo.

  5. Sou de Fortaleza e pra começo de conversa não foram plantadas quinhentas árvores, nem nativas nem não-nativas, coisíssima nenhuma.

    Só isso basta. Sem mais.

  6. Vergonha alheia por você, Guimarães Martins. Pensar besteira tudo bem, mas falar no blog de uma urbanista renomada que você não deve fazer idéia de quem é, é querer demais se submeter ao ridículo.

    Errou sim o número de árvores (para menos), mas se os trabalhadores da obra erraram [para mais (retiraram 15m ao invés de 7m de mata)], ela que não está vivenciando isso tem a obrigação de saber por quê?

    “As medidas necessárias” em nenhum país que deseje ser considerado democrático envolve acordar e sumariamente atacar pessoas com sprays de pimenta no rosto, bombas de gás, balas de borracha e cacetetes sem nenhuma justificativa às 4 da manhã (e durante o resto do dia). Lembrando também que o Excelentíssimo Sr Prefeito Dr Roberto Cláudio afirmou que a Guarda Municipal sequer tinha esses equipamentos e que não houveram feridos durante a retirada). Dito isso, é irrelevante quem ordenou o quê, já que quem quer que tenha sido está agindo fora do que se comprometeu a fazer quando aceitou o cargo de juiz.

    Caso você não saiba, pessoas que estão em partidos também tem o direito de se manifestar contra qualquer coisa! E se estão ficando do lado da população antes (e principalemente) DURANTE o mandato tem mais é que se reeleger mesmo.

    Sinceramente, você aceitaria R$1.855 pra passar 53 dias acampados no meio de uma mata urbana, vivendo de doações, longe da família, com poucas condições de higiene, tendo que trabalhar pra caramba, sendo chamado de vagabundo a cada 5 minutos e apanhando pra quem jurou te proteger? Fortaleza tem mais de dois milhões de habitantes e você vai me dizer que 7 mil que “curtem” uma página no facebook são a maioria? Me diz, quantas pessoas tem no Cocó em dia de desocupação? Em dia de protesto? E quantas estão protestando a favor do viaduto? Faz-me rir.

  7. Parabéns pela crônica Professora Raquel, moro em Fortaleza e sei da importância da luta dos acampados no Cocó, desinformado parece ter tomado um sentido inverso, pois se as pessoas se dessem ao trabalho de visitar o acampamento veriam que lá tudo se constrói a partir da coletividade e cooperativa, para além dos muros da política partidária devemos pensar um mundo mais verde e dialógico, várias enquetes foram feitas por jornais locais e em todas o verde está vencendo e crescendo.

  8. Parabéns, Guimarães Martins! Certamente sua opinião NÃO é financiada por ninguém, nem possui interesses partidários ou vínculos escusos embutidos. É também alentadora porque além de conhecer o passado: desde a derrubada das castanholeiras aos trâmites jurídicos do caso, também fala do futuro: as espécies que serão plantadas no futuro. Trata-se indubitavelmente de uma opinião que supõe representar a população de Fortaleza.
    Bem, Guimarães Martins, ou seja qual o seu nome, nasci em Fortaleza. Frequento o parque do cocó há no mínimo 30 anos e desde que me lembre há castanholeiras lá. Lembro também da área do mangue antes da construção do shopping Iguatemi. Não lembro, no entanto, de árvores plantadas para suprir as que foram derrubadas para a construção do shopping ou do prédio comercial ao seu lado. Não, não sou militante do PT, nem ganho 35 reais por dia para ficar no cocó. Não sou amigo nem simpatizante da ex-prefeita. No entanto, tenho uma memória afetiva vinculada a essa área de Fortaleza. Assim como tenho saudosa lembrança de outros equipamentos públicos devastados. Possivelmente porque não sou de outra cidade e, possivelmente de forma ingênua, sinto que essa cidade ainda é minha. E você, em que cidade vive?

  9. Gostaria muito de saber de onde o Guimaraes Martins tirou tanta coisa errada. Seria apenas um burro ou um mentiroso?

  10. O texto acima, trata exatamente de uma realidade frustrante – a sobreposição do econômico ante outros setores. Fortaleza é a capital brasileira com maior densidade demográfica, onde parte da população confunde vaidade com ordem e real necessidade.

  11. Pingback: Forum Justiça » RENAP-CE e JusDH entregam à Ministra Maria do Rosário pedido de acompanhamento sobre violações de direitos humanos ocorridos no acampamento do Parque Cocó

  12. Vão trabalhar bando de desocupados. Isso é birra contra politico. Existem coisas mais importantes a se lutar e de aprender…como aprender a votar direito… Ficam tudo em festas farreando ai quando a merda acontece vão atras do prejuízo. Povo preguiçoso tem o governo que merece.

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