Dados do censo do IBGE de 2010 recentemente divulgados revelam que, pela primeira vez, o número de pessoas que se declaram negras e pardas é maior do que o das pessoas que se declaram brancas. Entre os mais de 191 milhões de brasileiros, 91 milhões se declaram brancos (47,7%), 15 milhões pretos (7,6%), 82 milhões pardos (43,1%), 2 milhões amarelos (1,1%) e 817 mil indígenas (0,4%). Somando negros e pardos, são 97 milhões.
Uma das hipóteses que explica o crescimento da população que se afirma como negra e parda é a maior taxa de fecundidade entre as mulheres desses grupos, comparativamente com as mulheres brancas, embora venha caindo sem parar o número de filhos por mulher no Brasil, em todos os grupos e regiões. Outra explicação, mais subjetiva, tem a ver com um processo de mudança na percepção da própria cor – consequência de todo o trabalho de valorização da cultura negra realizado há décadas pelo movimento negro, das políticas afirmativas e de reparação empreendidas nos últimos anos pelos governos, de um debate mais aberto nos meios de comunicação sobre a questão, etc. O fato é que hoje podemos dizer – de boca cheia – que o Brasil é um país cada vez mais negro.
Isto quer dizer que vivemos em um paraíso racial, cultura milagrosa de convivência harmônica e mistura de todas as origens étnicas? De forma alguma… as desigualdades entre pretos, pardos e brancos reveladas pelo censo são gritantes. A população negra, em geral, continua a receber menores salários que a população branca. Entre as mulheres negras, a situação é ainda pior. De acordo com os dados do IBGE, entre a população com rendimento mais alto (os que ganham mais de 30 salários mínimos por mês), existem 178.574 homens brancos e apenas 838 mulheres negras. Por outro lado, entre a população com menor rendimento (os que ganham até 1/4 do salário mínimo), existem 418.013 homens brancos e 2.501.852 mulheres negras e pardas. Veja os dados percentuais na tabela abaixo. Para ver os dados completos na tabela do IBGE, clique aqui.
Do ponto de vista urbanístico, as desigualdades são claras: em São Paulo, a proporção de negros com relação a brancos em cada bairro aumenta no sentido centro-periferia (Leia mais aqui). Em Brasília acontece o mesmo entre o plano piloto e as cidades satélites. Ou seja: quanto mais precários os bairros, maior a proporção de pretos e pardos. Nestes lugares é mais precária a oferta de equipamentos e serviços públicos, menores as oportunidades de empregos, e isso cria um círculo vicioso que dificulta a ascensão econômica e social da população dessas regiões.
Ainda com relação à dimensão urbanística dessa questão, por muito tempo existiu uma espécie de invisibilidade histórica dos territórios negros das cidades, que só muito recentemente vêm sendo, aos poucos, reconhecidos e valorizados, com o tombamento de terreiros de candomblé, a demarcação de áreas de quilombo etc. Em São Paulo, foi criada este mês a Rota Turística Afro-brasileira Luiz Gama, um roteiro com 18 pontos turísticos relacionados à cultura africana, incluindo territórios negros da cidade dos séculos XVIII e XIX. Iniciativas como esta são muito interessantes para o reconhecimento destes locais e sua (re)incorporação em nossa história. Mas o caminho para o tal paraíso racial ainda é longo… e difícil!
Texto originalmente publicado no Yahoo!Colunistas.

Parabéns pelo trabalho, Raquel. Você é leitura obrigatória.
São desigualdades que já sabemos e por isso ainda precisamos de programa de cotas, etc, até que historicamente tudo isso seja arrumado.
Viver a desigualdade, ouvi-la que é a dureza.
Ué, negros e pardos são a mesma coisa? Pensei que os pardos eram a mistura do negro com o branco, ou seja, metade negros e metade brancos. Essa mistificação é feita sempre, quando tentam dizer que a maior parte da população é ‘negra’: os pardos, que são no mínimo uma mistura de raças, são classificados nessa hora como negros. Se somar os brancos e pardos também daria maioria, certo? Classificar pessoas pela cor é inútil. O racismo também começa aí. Todas as raças são mistura. O homem é resultado de misturas. Sim, raça é um conceito social – quanto mais for mantido e exaltado, pior! Quando um branco faz um samba, ele está cometendo uma heresia ou apropriação? E quando um negro faz uma bossa, está se descaracterizando? Pensem nisso.
Sim, negros e pardos são a mesma coisa… Pardo não é e nunca foi uma etnia ou um grupo racial. Pardo é somente uma cor, um tom de pele, um fenótipo. E ao contrário do que muitos pensam, o termo pardo não foi criado censitariamente como uma categoria de cunho “étnico-racial” distinto ou como sinônimo de miscigenado. Este termo passou a ser utilizado no censo de 1872 com o único intuito de apurar quantos negros eram livres e quantos eram ainda cativos. Os negros ainda cativos eram classificados como pretos (miscigenados ou não), e os negros nascidos livres ou forros eram classificados como pardos (miscigenados ou não). Somente em 1950, quando teve início a auto-declaração, o termo ‘pardo’ passou a constar definitivamente das opções censitárias; mas sempre destinado a afrodescendentes. Desta forma, pretos são os negros com os caracteres africanos típicos (miscigenados ou não), e pardos são os negros cuja miscigenação é mais facilmente perceptível em sua aparência. Logo, pardos sempre foram e continuam sendo membros da população negra.
Concordo que o mundo inteiro é miscigenado, mas alguns grupos tentam reivindicar uma classificação separada baseada em miscigenação, como se isso fosse uma exclusividade deles. Estou me referindo a alguns brasileiros que se apropriaram do termo pardo para usá-lo com o sentido de mestiço, e dessa forma tentam se diferenciar do resto da população… Mas na verdade nem existe humanos mestiços. Mestiço é, por definição, a mistura de diferentes raças, porém, pesquisadores já informaram que não há mais do que uma raça humana, então é óbvio que o sexo entre criaturas da mesma raça não poderá resultar em seres misturados (mestiços). Portanto, QUEM INSISTE EM “RAÇAS INTERMEDIÁRIAS” OU “RAÇAS MISTAS” É QUE ESTÁ SENDO RACIALISTA.
Existe sim grupos de linhagem ancestral, e no mundo inteiro os filhos de negros com brancos são classificados como negros. Naturalmente o IBGE baseou-se nessas mesmas orientações da genética de populações para classificar os brasileiros pretos e pardos no mesmo grupo étnico-racial.
flavio090 muito bom e esclarecedor sua afirmação e gostaria de compartilhar com todos uma situação em que me sinto severamente injustiçado quanto a minha negritude pois na minha cidade: São Luís Maranhão a universidade estadual( UEMA) disponibiliza apenas cotas para negros( de cor preta conforme declaração do IBGE) me desrespeitando e me excluindo da mesma pois tenho a pele mais clara tendo no meu registro a cor “morena”, ou seja, pardo, quando na verdade me considero negro devido a traços físicos: lábios volumos, cabelo crespo e nariz grande, não afilado além de meu pai ser de cor preta além de que possuo vários parentes também com o fenótipo africano!Realmente me sinto muito injustiçado chegando a julgar tal ato racista!
Totalmente sem nexo considerar que pardos e negros são a mesma coisa.
Eu sou mulato filho de italiano com negra do Rio Grande do Sul e não me considero negro, sou mestiço.
Dizer que sou negro é negar minha identidade brasileira ou seja a mistura de raças a qual tenho com orgulho.
Muitas destas raças existentes no mundo moderno nada mais são que originadas por mestiçagem entre povos do passado, veja os árabes por exemplo, mistura de semitas e negros, veja os espanhóis mistura de mouros e brancos.
Esse truque do PT é para inchar as estatísticas da quantidade de negros, os mestiços são considerados no momento de contar pois são 50% e os negros só 9%.
Porém no momento de conceder a vaga o mulato pobre está excluído, pior que nos tempos de Hitler, isso é exclusão racial.
Isso mesmo Flavio! O mundo todo é MISCIGENADO, e não mestiço. Mestiço não é identidade e nem existe humanos biologicamente mestiços porque os diferentes grupos humanos não configuram diferentes raças humanas. Mas TODO MUNDO É UMA COISA OU OUTRA, até mesmo as pessoas que tem mais de uma ascendência.
Por exemplo, Espanha e Portugal estiveram durante séculos sob o domínio dos mouros (muçulmanos negros) e houve miscigenação, mesmo que forçada. Mas tanto os portugueses quanto os espanhóis são brancos, e identificam-se como brancos ainda que tenham alguma ascendência não-caucasiana. Então, dizer que os portugueses ou os espanhóis são “mestiços disso com aquilo” é uma forma de deformar a realidade.
Observem, atentamente, que o ser resultante da miscigenação (no caso, o miscigenado) é, aos olhos de um racista, um ser mestiço, e por isso precisa ser classificado separadamente. Falta, pois, vergonha na cara dos verdadeiros racistas, quando dizem que desconsiderar um “mestiço” é exclusão racial, quando, na verdade, eles (os racistas) é que inventaram aquela “raça” que dizem estar sendo excluida.
Ora, não resta dúvidas que a “ideologia do mestiço” é uma ideologia racista, coisa de nazista disfarçado de “democrata racial”!! Eu tenho mãe branca e pai negro mas não caio nessa!
No Brasil a questão da identidade racial é quase sempre abordada com esse mesmo clichê simplista. Esse discurso só serve de auto-ajuda para aqueles inseguros com complexo de vira-lata. É reducionista e antidemocrática (pra não dizer totalitária) essa tentativa de resumir um país do tamanho do Brasil numa homogeneidade idealista e forçada que não condiz com a nossa complexa realidade, ignorando e sufocando as particularidades regionais de etnia e cultura. Em vez de EDUCAR o povo para ACEITAR e CONVIVER com os DIFERENTES, essas teorias presumem que o povo é infantil e incapaz disso, então tentam forjar uma completa uniformização, um fator que iguale a todos, ou seja, fazer com que os cidadãos se identifiquem e se respeitem mutuamente não porque são humanos, mas porque supostamente têm uma identidade racial comum. Daí o chavão “ninguém é preto nem branco, todo mundo é misturado”. Privilegia-se, ainda, nos mestiços a ênfase na herança não-branca, mesmo que seja apenas uma tataravó negra, como medida (revanchista) para mitigar o eurocentrismo. É a resposta mais superficial, é um “jeitinho”: no lugar de tentarmos fazer pretos, brancos e pardos conviverem, vamos espalhar que todo mundo é marrom. Genial!
Ora, se levássemos essa lógica ao pé da letra, então também seria razoável exterminar os pobres pra acabar com a pobreza. Essa insistência no mito da miscigenação total só serve pra mascarar o problema em vez de cortar o mal pela raiz. Prova de que isso não funciona é que o racismo persiste mesmo nas regiões mais miscigenadas, só que em vez de o branco discriminar o negro, é o mestiço mais claro que discrimina o mestiço mais escuro. Ou então as pessoas abandonam os preconceitos mais repreendidos socialmente, como o racial e o de preferência sexual, mas não assumem uma postura de vida plenamente tolerante. Em vez de alvejarmos o preconceito no sentido pleno da palavra, combatemos apenas um ou outro exemplo de como ele se manifesta. O cara que não foi educado pra realmente tolerar diferenças de qualquer natureza pode alardear que não é racista nem homofóbico (somente por medo de ser punido ou criticado), mas continua nutrindo outros preconceitos (regional, de classe, de comportamento, de opinião, de visão política, de nacionalidade, de religião etc).
Aparentemente, quem defende essas ideias só conhece a realidade “multicultural e cosmopolita” das grandes cidades (que não tem nada de errado, pois é a realidade LOCAL delas) ou das regiões com maior grau de mistura, e pretende generalizá-la em todos os confins do país; não se preocupa em enxergar além dessa ciscunscrição e contemplar a complexidade do Brasil como um todo. Julgam que o “alemão” de Blumenau que toca trombone na Oktoberfest ou a loirinha que ganha o Miss Brasil são menos brasileiros, só por não se encaixarem naquele padrão estereotipado. Somos todos iguais na nossa dignidade humana, mas temos infinitas especificidades étnicas e culturais que devem ser reconhecidas: isso se chama DIVERSIDADE. Tentar (de cima pra baixo) desconstruir comunidades e culturas de matriz predominantemente africana, europeia ou nativa em nome de uma uniformidade idealista é tão autoritário quanto eliminar reservas indígenas e ocidentalizar suas tribos. A miscigenação não é nem boa nem ruim, ela só deve ocorrer natural e espontaneamente; ninguém tem o direito de impedí-la, tampouco de incentivá-la ou forçá-la. Não se disseminará a tolerância enquanto perdurar esse costume de tratar apenas o “negro e o mulato” como brasileiros “da gema” e os outros como minorias insignificantes. Se o Brasil quiser estabelecer a tão sonhada democracia racial, o primeiro passo é parar de confundir “democracia” com “ditadura da maioria”.
Pardo não é negro. Pardo é misto, é híbrido, é mestiço. Lembrando que geralmente os pardos brasileiros tem mais DNA europeu que africano.
Aliás, até os negros brasileiros tem DNA branco/europeu. Pesquisem no google: “DNA de negros brasileiros é muito europeu”.
Negro brasileiro é tudo meia-boca. São mais misturados que os brancos e que os índios.
PARDOS SÃO NEGROS SIM, e é muita ignorância dizer que pardo é híbrido ou mestiço. Mestiços são gerados pelo cruzamento entre seres de raças diferentes, e os seres humanos são todos da raça humana; portanto, híbridos humanos ou mestiços humanos são uma impossibilidade biológica… Os negros brasileiros de COR parda não são mestiços, eles apenas têm um biótipo mais MISCIGENADO que os outros negros.
Aliás, ter mais DNA de origem européia do que de origem africana não impede ninguém de ser negro. O Neguinho da Beija-Flor, por exemplo, que tem um biótipo extremamente africano, tem 67% de ancestralidade européia; mas o Frei Davi que é muito mais claro e tem cabelo menos crespo, tem 68% de ancestralidade africana. Portanto, alguns “pardos” são até mais negros do que os afrodescendentes com um biótipo mais africano.
Os cientistas que realizaram o Projeto Genoma concluíram que cada ser humano sobre o planeta compartilha 99% de seu material genético com todos os outros seres humanos. Então, usar a genética como base da discussão é só mais um argumento furado dos racistas imundos que odeiam negros e que por isso tentam detonar com a nossa identidade e nos fazer engolir essa idéia ridícula de mestiço.
Pardo em geral é branco com índio, negro com branco= mulato(preto)/ mulato com branco = se torna similar a pardo( mas fica considerado pardo), falar que pardo é negro é a mesma coisa que dizer que branco com índio da negro oO
O comentário do Everton tocou em muitas verdades. Não é preciso ser um Einstein pra perceber que o Brasil maxi-valoriza sua cultura nordestina, africana e indígena e sempre deixa em segundo plano as demais culturas. O Brasil parece ter orgasmos em comportar-se e mostrar-se ao mundo como africano e indígena. Qual a cultura que o Brasil vende? A cultura negra do samba e do carnaval. Quais cidades o Brasil vende? Rio de Janeiro e Salvador, que são as 2 capitais mais africanas do Brasil. Na apresentação da olímpiada do Rio em Londres, tinha 2 brancas e 90 negros(as). O Brasil é o país mais anti-europeu e anti-branco do mundo. E isso tendo (ainda) uma grande população branca, que até é maioria esmagadora nas elites artística, política e econômica. Imaginem como será para os brancos quando eles forem minoria, fato que se dará pela miscigenação e pela alta natalidade dos pardos e negros. Pra encerrar, basta observar a massa MARROM brasileira e percebemos que nossa miscigenação não produziu um belo produto estético.
Tem que ser perturbado ou muito alienado pra não perceber que oBrasil sempre maxi-valorizou o fenotipo, a cultura e tudo que é de origem européia. No Brasil os brancos miscigenados podem se identificar como branco sem que a sua identidade seja contestada, mas os negros (pretos ou pardos) e os indígenas sempre sofreram perseguição de suas identidades ,sempre foram influenciados a negar oque são em prol dessa bosta de identidade de mestiço.Tudo isso porque as elites desse país racista desejam passar a imagem de um país o mais branco possível e detestam quando as identidades negra ou indigena se destacam para o mundo. Basta os negros conseguir algum destaque que vem um babaca pra dizer queo Brasil é anti-branco ou coisa parecida.. Só uma pessoa racista seria capaz de fazer tanto pouco-caso dos negros chamando a gente de massa marrom!
A mídia insiste em denominar “negros, pardos e indígenas”. O critério correto utilizado pelo IBGE para se referir à autoclassificação de cor/raça contempla 5 tipos: branca, preta, parda, amarela e indígena. A manutenção dessas denominações permite que os pesquisadores façam o acompanhamento das mudanças no decorrer da história. Mudar o critério significa impossibilitar a comparação. Na minha opinião não é por acaso que a mídia comete o mesmo erro recorrentemente. O movimento negro luta para que a sociedade reconheça que mais da metade da população brasileira é negra. De acordo com a militância, os NEGROS são os PRETOS + PARDOS. No censo de 2010, entre os mais de 191 milhões de brasileiros, 91 milhões se declaram brancos (47,7%), 15 milhões pretos (7,6%), 82 milhões pardos (43,1%), 2 milhões amarelos (1,1%) e 817 mil indígenas (0,4%). Pela primeira vez na história, o percentual de NEGROS (PRETOS + PARDOS) ultrapassou o de BRANCOS. Considerando que os pardos representam 43,1% da população brasileira, fica fácil perceber por que a mídia insiste no erro ao separar negros de pardos. Percebam a contradição no primeiro parágrafo da seguinte matéria: http://raquelrolnik.wordpress.com/2011/11/25/brasil-um-pais-cada-vez-mais-negro/
Pode ter certeza que veremos na TV esse mesmo erro sendo insistentemente repetido. Os jornalistas não ignoram os critérios do IBGE. O objetivo, sem dúvida, é deseducar a população
Carmem disse: “a mídia insiste no erro ao separar negros de pardos”.
Você só pode estar sendo irônica. Pardos não negros, são mestiços oriundos das 3 etnias. Pardos não são negros pq possuem sangue e DNA de mais de um ramo. Viaje à Amazônia e diga a um pardo caboclo (filho de uma índia com um alemão) que ele é negro, e veja se o convence. Mesmo os pardos com sangue africano (mulatos e cafuzos) não são negros, visto que possuem sangue/DNA caucasiano e indígena, respectivamente. Quando o movimento e ativismo negro tentam transformar mestiços/pardos em negros, só provam o quanto são racistas e fanfarrões. Racistas pq não reconhecem o sangue branco e o DNA europeu do mulato. Racistas pq não reconhecem o sangue e DNA indígena do cafuzo. Aliás, os próprios negros brasileiros estão cheios de sangue branco e DNA europeu, pesquisa na internet : “DNA de negros brasileiros é muito europeu”.
Para encerrar, se 43% dos brasileiros se declararam pardos no censo do IBGE é pq NÃO se consideram negros.
A mídia insiste mesmo nesse erro de colocar pardo como se fosse uma categoria separada. Mas para o IBGE a população NEGRA do Brasil é composta por afrodescendentes de COR preta e parda.
No passado acreditava-se na existência de várias raças humanas e que a mistura entre elas gerava mulatos, cafuzos e mamelucos, que seriam terceiras raças criadas a partir do cruzamento entre duas raças diferentes.. Mas já foi provado que a raça humana é uma só, e o sexo entre seres da mesma raça não pode resultar em criaturas mestiças (misturadas). Então qualquer pessoa que tente transformar um negro mais clarinho (“pardo”) em uma criatura mestiça está apto a receber um atestado de ignorância.
Eu sou NEGRO e não nego que tenho sangue de outras origens ancestrais além da africana! Portanto eu sou um negro miscigenado! Qual o problema? Mestiço é que eu não sou!!! .. Mas os racistas EXIGEM “pureza racial”, alegando que se o indivíduo não é 100% negro, então ele não pode identificar-se como tal… Esta é a mais velha estratégia do racismo brasileiro pra fazer o negro negar que é negro, promovendo assim a alienação e a desunião entre nós.
E pra finalizar, 43% dos brasileiros se declaram “pardos” porque têm este fenótipo, sendo que a maioria absoluta deles são negros E SABEM DISSO; mas uns 4% dos brasileiros de cor parda são de ascendência indígena. Por isso é muita conversa fiada dizer que estão tentando convencer indígenas miscigenados de que eles são negros, pois o próprio IBGE distingue os negros de cor parda dos indígenas de cor parda.
O ser humano é um animal . É óbvio. Raça existe sim. Existe várias espécie de gatos e cachorros, pássaros, Cavalos,… O mesmo ocorre com o ser humano, mas é dificil das pessoas admitirem esta verdade porque as pessoas não querem ser discriminadas socialmente e perderem o conviívio social. Por acaso existe a possibiidade de dois seres húmanos Homen e Mulher rúivos europeus terem filhos negros ou Ásiaticos ? É óbvio que não. Isso é um fato da natureza e uma verdade absoluta. E mais o formato do crânio do Homen Africano é ligeiramente diferente do Homem Branco europeu e ligeiramente diferente do Homenm Asíatico. É um completo ignorante desconsiderar a palavra raça.—-Em termos de Brasil onde a existência de viver cái em samba favéla cabelos pintados, cabelos alisados na chapinha o próprio Brasileiro se diz ser misturado, óra a palavra misturado é referente a mistura de outras Raças.
Os cientistas que realizaram o Projeto Genoma concluíram que cada ser humano sobre o planeta compartilha mais de 99% de seu material genético com todos os outros seres humanos. Portanto, mestiços humanos são uma impossibilidade biológica.. Mas quem quiser teimar com a ciência, e dar soco em ponta de faca insistindo que existe várias raças humanas; que fique à vontade! Não existe seres humanos misturados, mas existe pessoas miscigenadas sim, porém, é totalmente ridículo e absurdo que um indivíduo miscigenado tente colocar-se como diferente de todos os outros grupos humanos como se ele pertencesse a uma raça diferente!
Os malandrinhos do movimento negro querem dissolver os pardos nas suas estatísticas para usar-lhes como massa invisível, ao passo que nas políticas públicas provenientes dessa leitura particular eles são excluídos.
Pardo, segundo o IBGE, é qualquer pessoa que não se classifique como nem preto, nem branco, nem amarelo, nem indígena. Portanto, pardo é qualquer mistura (branco + preto, branco + índio, índio + preto, preto e japonês, e por aí vai…). Pardo NÃO é sinônimo de mulato, muito menos de preto.
Obs.: pode ser sinônimo de mulato, mas não é apenas mulato, pode ser outras variantes, sem mistura com negros, como o caboclo (branco + índio), que é pardo para o IBGE. Geralmente o pardo brasileiro têm as três raças juntas, já que a mestiçagem no Brasil é intensíssima.
A verdade é que você (Todo brasileiro tem!) Tem sangue crioulo
Tem cabelo duro, sarará crioulo…
No Brasil não existe raça pura. Somos miscigenação negro+branco+índio=brasileiro.
Não posso negar minha raiz!
Nunca houve, da parte do IBGE, qualquer declaração sobre pardo ser branco + preto, branco + índio, índio + preto ou preto e japonês. E seria interessante saber qual é a fonte de tanto equívoco.
Não existe raça pura nem no Brasil e nem no resto do mundo, por isso nem no Brasil e nem em outros países faz algum sentido que os miscigenados sejam alocados em uma classificação independente e, de fato, não são! Miscigenado não é identidade; caboclo menos ainda, seria o mesmo que uma pessoa se declarar usando um termo rude como sarara.
Miscigenado é apenas um indívíduo que possui mais de uma ancestralidade, e não uma identidade “racial” autônoma. Mas algumas pessoas, na tentativa de se colocar como “diferente” dos grupos historicamente discriminados, tentam criar classificações arbitrárias.
OS AUTODECLARADOS PRETOS E PARDOS SÃO, PARA O IBGE, A POPULAÇÃO NEGRA DO BRASIL. O Brasil é o país com a maior população NEGRA fora da África; fato este reconhecido por todas as nações do mundo. Somos pouco mais da metade da população do Brasil, que compreende os 7,61% dos brasileiros que se declararam de cor preta e os 43,1% dos que se declararam de cor parda no último censo 2010.
Não sou negro porque sou moreno(olhos castanhos e cabelos castanhos)e pele clara
A classificação oficial da cor da pele, não afasta o problema social acentuado pós escravidão. A definição do artigo postado pela professora, não descarta as agruras vividas e acentuadas pelo tom da cor da pele no Brasil, por todos descendentes de Africanos (miscigenados ou não). As periferias dos grandes centros, quase sempre mal assistida pelo estado, comportando todo tipo de dor social. Se estatísticas e percentuais combinam com negros, pardos, mulatos, mamelucos e outros identificadores de um povo sofrido, não precisaremos discutir se é ou não negro legitimo mas, se a sua condição social esta intrinsecamente ligado ao tom da sua cor.
Qualquer imbecil sabe que a maioria parda é composta por caboclos(indio+branco).movimento negroé a escória mais racista!
Houve um comentário lá atrás que refere que espanhois e portugueses são mestiços de “branco com mouros” e que os mouros são muçulmanos negros!! Tenho que esclarecer que os mouros são brancos, logo caucasianos. No entanto, é verdade que os ibéricos e também os restantes europeus são uma mistura de vários povos, por isso de puros não têm nada. Até os Finlandeses, que são dos povos mais louros e de olhos azuis da europa, são também dos que têm mais misturas de não caucasianos, especialmente asiáticos. Logo, esta cena das raças puras e menos puras é tudo uma estupidez. Não existem raças puras, só se forem indígenas que vivam isoládos há séculos.
Como alguem também já comentou, as características físicas como a cor da pele, olhos e cabelo, são uma milésima parte do nosso código genético.
Isso turma, continuemos dizendo que não existe raça, batendo na mesma tecla mais e mais ,assim talvez algum dia nos sintamos um povo lindo,,de pele clara, olhos azuis e cabelos louros ou ruivos,. Oh, brasileiro politicamente correto, demagogo, que olha o mundo ao seu redor e não enxerga.nada..Vale lembrar também 2 fatos : a) que o material genético humano contém algumas ” lembranças” digamos assim, da evolução que não são mais do que lixo genético,, nada valem para o ser humano atual..b) que a raça branca, caucasoide, é a mais bela experiencia que a natureza fez sobre a espécie humana…
Onde estão as outras respostas inclusive a minha , não gostaram de ouvir a razão é ? Preferem ficar com ilusões ? Turma de demagogos brasileiros.
A raça branca é a que mais se destacou,em todos os níveis do conhecimento humano.Porque os povos periféricos correm para viverem em países brancos?cursarem universidades,que saõ dos brancos?tem orgulho da sua raça,que procurem o seu continente.
Os Pardos estão longe de serem negros,na verdade, os Pardos Brasileiros são uma mistura de negro,índio e europeu…..então classifica-los como negros seria exagerado.
O Brasil é um país que tem uma maioria Branca,Seguido com uma maioria parda e com uma pequena parcela de negros,que não chega a mais de 7% ou 15 milhões de pessoas.
Então dizer que o Brasil é um país negro é uma das piores mentiras que alguém pode dizer