Políticas para população de rua: tema complexo e urgente

Participei na última sexta-feira (29) do programa “Diálogos na USP, os temas da atualidade”, veiculado na Rádio USP, ao lado da professora Silvia Maria Schor, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP. Falamos sobre as políticas públicas para pessoas em situação de rua, especialmente as que vivem na cidade de São Paulo.

No debate, ficou claro como a questão da habitação é central e deve levar em consideração as especificidades dessa população.

“A construção de casa própria para um tipo de necessidade habitacional de quem está na rua hoje é absolutamente inadequada, ela precisa de uma solução já. Não pode ficar dez anos esperando numa fila de Cohab para sorteio. Ela precisa de uma solução emergencial”. Ouça o debate na íntegra no site da rádio.

3 comentários sobre “Políticas para população de rua: tema complexo e urgente

  1. enquanto vocês, esquerdistas, não aprenderem que qualidade de vida anda lado a lado com a boa situação da economia, suas soluções não passarão de paliativos que provavelmente acarretarão em mais problemas no futuro.

  2. Cara Raquel e leitores do Blog
    Acho que há de se pensar a situação dos moradores de rua , como um todo, pois a pessoa que vive na rua apresenta diversas variáveis para estar nestas condições. E com um agravante ,existem moradores de rua que não querem deixar as ruas. e por Lei não se pode obrigar o mesmo ir para um alojamento ou para uma moradia. Então que fazer?
    Primeiro deve-se cadastrar cada morador de rua, e fazer um prontuário com toda historia de vida de cada um. Sem saber da necessidade de cada um e quantidade exata de moradores de rua fica difícil criar qualquer programa de ajuda ou de habitação para estes. O mais rápido seria adaptar Edifícios ou Galpões vagos no centro e próximo ao centro da cidade de São Paulo, e nestes , além de moradia, a Prefeitura ou entidades tem que oferecer alimentação, banho, uma vestimenta mais adequada, corte de cabelo e barba, etc. E deve ter toda estrutura de ajuda para que estes moradores de rua, para que sejam reintegrados a sociedade, podendo trabalhar , estudar , ter atividades físicas e de lazer, incluindo-se passeios em locais turísticos.Tudo para mexer com a auto-estima de cada morador de rua. Aqueles que precisarem de cuidados psiquiátricos ou clínicos, devem ser encaminhados as unidades públicas para serem tratados e acompanhados. Receber orientações de equipes multidisciplinares focadas na melhoria na qualidade de vida de cada um.
    Grato pela oportunidade , espero ter colaborado com o tema.
    Att.
    Antonio da Ponte
    Ambientalista da Aclimação

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