CENTREVILLE “A luta por moradia ontem e hoje”

Dia 6 de abril, às 15h, participarei da palestra “Centreville: A luta por moradia ontem e hoje”. O evento que é organizado pelo Grupo Teatral SagaCidade em parceria com o Observatório de Remoções será realizado no auditório da FAU-USP e também contará com a presença de uma das lideranças do Centreville, a socióloga Raquel Ferrazoli.

O Centreville foi criado como um condomínio de casas alto padrão na década de 80 e, após a falência da construtora, as casas foram abandonas e posteriormente ocupadas por um grupo de moradores de Santo André, em pleno contexto da ditadura. Uma história de resistência que dialoga com o desenvolvimento econômico e urbano do Brasil. O objetivo do evento é retomar essa grande história de luta e resistência e traçar um paralelo sobre a luta pela moradia ontem e hoje.

Mais informações no evento.

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Um comentário sobre “CENTREVILLE “A luta por moradia ontem e hoje”

  1. Cara Profª Raquel e leitores deste Blog
    Eu particularmente sou contra qualquer tipo de invasão, e contra a todos os movimentos de manobra que querem tomar a qualquer custo , aquilo que não os pertence.
    O Direito a propriedade é sagrado e inviolável. Acho que tudo deve ser feito de acordo com a Lei. Querer atropelar a Lei é um grande erro e um grande engano, pois o cidadão que vive a margem da Lei, é considerado “Marginal”
    Se existe algum imóvel abandonado, o poder publico constituído deverá fazer o levantamento da situação do imóvel, chamar os proprietários ou herdeiros para negociar, e procurar dar a este a destinação social que melhor se adequar a este imóvel. Muitas vezes o imóvel é deixado como herança, e os herdeiros muitas vezes não tem as mínimas condições de gastar com o imóvel para regulariza-lo ou até para pagar o IPTU, que na maioria das vezes encontram-se atrasados. Isto em área urbanas. Em áreas rurais, os proprietários deviam ser obrigados por força de Lei, a produzirem ou arrendarem para prodição toda terra improdutiva. Caso não o façam, a terra é passível de desapropriação para fins de Reforma Agrária, e que nesta sejam assentadas somente famílias com toda infra-estrutura para poder produzir, pois não adianta dar somente o título da terra. Portanto é possivel acomodar a todos com segurança e dentro da Lei. Quem invade vive na insegurança, tanto na área urbana como na área rural, pois além de não ser proprietário de nada, de repente poderá ser despejado do imóvel invadido.
    Grato por mais esta oportunidade
    Antonio da Ponte
    Ambientalista e Corretor de Imóveis.

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