Boas Festas e Feliz Ano Novo!

Nas próximas semanas estaremos de férias por aqui… agradeço a todos vocês que acompanham o blog e desejo um feliz ano novo! Aproveito pra compartilhar abaixo o cartão de boas festas da relatoria da ONU para o direito à moradia adequada.

Um abraço e até 2014!
boletim 41_PT

4 comentários sobre “Boas Festas e Feliz Ano Novo!

  1. Olá Raquel. Um NATAL DE MUITOS BRILHOS PARA VOCE, que é uma luz da firmeza e persistência na justiça, igualdade e dignidade para todos e todas. Abc; Pe. Ticao.

  2. Felicidades no Natal e no novo ano, com paz,saúde e amor. Bjs

    João Moraes Arquiteto Urbanista Mestre em Ciências Sociais Doutor em Planejamento Urbano Tel.: (11) 4220-1900 Cel.: (11) 98532-7287 e-mail.: jcdemoraes@uol.com.br

  3. METRÔ FUTEBOL CLUBE

    A mutretagem de rebatizar nomes de estação não é recente. A moda começou quando a restrita colônia armênia conseguiu cravar o nome de Armênia para a estação Ponte Pequena em 1985.

    Irrompeu mais tarde com força total a onda futebolística, que se iniciou ao se trocar o nome da estação Itaquera para Corinthians – Itaquera, pretendendo consumar, com dez anos de antecedência, a ainda incerta construção do futu¬ro Itaquerão que na época nem saíra do papel e tampouco fora oficialmente homologada.

    Homenageado o Coringão, os simpatizantes dos outros times da capital, Palmeiras, São Paulo, Portuguesa, requisitaram igualdade de direitos metroviários, tendo sido atendidos o Verdão com a estação Palmeiras – Barra Funda e a Lusa com a estação Portuguesa – Tietê. Cada um abocanhou uma estação, pouco se importando com a circunstância de que os nomes existentes já estavam consagrados pelo uso.

    Aí quiseram homenagear o Santos, apesar de este clube nem ser da capital. Ofereceram para sacrifício a estação Imigrantes, que passou a exibir a risível denominação de Santos – Imigrantes, não obstante o pequeno detalhe de que o time de Vila Belmiro tem sua sede a não menos de 60 km da estação. Com esse precedente, poderiam, pela mesma lógica, nomear even¬tuais estações próximas a Rodovias para: Tucuruvi – Flamengo, Parada Inglesa – Cruzeiro, Vila Madalena – Ponte Preta, Butantan – Atlético Paranaense, e assim por diante.

    Eu teria, a esse respeito, respeitosamente, duas reclamações a fazer. A primeira, na qualidade de são paulino, é que fosse apressada a construção da linha que atenderá a região do Morumbi, a fim de que logo seja entregue ao público a es¬tação São Paulo – Morumbi, colocando o tricolor paulista em igualdade de condições com os demais clubes, já aquinhoados pela benesse. A outra, como cidadão, revisaria a reivindicação anterior e passaria a reclamar da mentalidade tacanha que privilegia interesses de segmentos específicos da população, de clubes de futebol e colônias, em detrimento da comunidade como um todo.

    Nunca é demais lembrar que os times de futebol já go¬zam de privilégios em excesso, oferecendo em troca quase nada à comunidade. Elegem parlamentares medíocres, adotam práticas fraudulentas, pagam salários pornográficos a jogadores que nem suam a camisa, não quitam suas dívidas previdenciárias, têm regalias sobre terrenos, estádios construídos com dinheiro público, benefí¬cios fiscais, etc. Em troca de tantas vantagens feitas com sa¬crifício de todos, o que têm eles a oferecer é o incentivo à ação criminosa de suas torcidas organizadas, ver-dadeiras quadrilhas, que ameaçam a tranquilidade da popula¬ção com arruaças, violência, vandalismo e destruição de equipamentos públicos. Não satisfeitos, ainda recebem, em homenagem, o nome de estações de metrô, que, para tanto, precisam ser esdruxulamente rebatizadas, tendo-se que alte¬rar todas as placas e documentos, com todo o custo que isso implica, desviando recursos que poderiam ser usados para melhorar a qualidade do sistema.

    Qual o sentido, se é que existe algum, por exemplo, de renomear a tradicional estação Tietê para Portuguesa – Tietê, agre¬gando ao nome de nosso principal rio, o de um clube de futebol, só para satisfazer as poucas centenas de torcedores da Lusa, cujo estádio do Canindé fica a cinco quilômetros da estação?

    E aqueles que não gostam de futebol, preferem talvez uma boa leitura, ou outra atividade mais enriquecedora para a alma, também são obrigados a arcar com o ônus de todas essas mudanças?
    Regalia aberta, resolveram agora usar também o metrô para homenagear igrejas (Estação Sumaré Santuário Nossa Senhora de Fátima) e figuras públicas como no caso da estação Jardim São Paulo – Ayrton Senna. Já devem estar procurando uma estação para homenagear Nelson Mandela…
    Enfim, os nomes das estações de metrô, cedendo a essas práticas provincianas, descaracterizaram-se como pon¬to de referência. O nome do bairro ou de algum ponto de localização conhecido, que já deveria ser suficiente, cedeu espaço a interesses específicos de grupos de pressão e pas¬sou a ser objeto de manipulação de pessoas com poucos escrúpulos e nenhum espírito público.
    (…)

    Leia o texto completo no meu blog:

    http://oquedemimsoueu.blogspot.com.br/

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