“NÃO É VERDADEIRA a informação de que parte da área desapropriada no Jardim Edite será vendida à iniciativa privada”, diz Secretaria de Habitação

A assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Habitação esclareceu ontem, através de um comentário aqui no blog, que é falsa a informação de que parte do terreno desapropriado para a construção de moradia de interesse social e de outros equipamentos na antiga favela do Jardim Edite, no bairro do Brooklin, seria vendida para um incorporador privado por pressão da vizinhança.

Antes, a Ceci deixou também um comentário, afirmando que eu deveria me informar melhor, “pois não é nada disso que estão falando.” E a Cibele Sampaio, representante da Sabron (Associação Amigos do Brooklin Novo), colocou-se à disposição para conversar e afirmou que conhece bem as 16 famílias vizinhas e que “algumas são nossas associadas e temos que apoiá-las, porque seus interesses são tão legitimos como os dos moradores do Jardim Edite e garantimos que especulação imobiliária não é um deles.”

Abaixo, segue a íntegra do esclarecimento enviado pela assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Habitação:

“Prezada Raquel,

A título de esclarecimento a você e aos leitores do seu blog e cientes da importância desse veículo de comunicação, cabe esclarecer que NÃO É VERDADEIRA a informação de que parte da área desaporpriada no Jardim Edite será vendida à iniciativa privada. A área desapropriada pela Prefeitura, onde é executado o projeto de construção de 240 apartamentos, uma creche, um posto de saúde, um restaurante-escola, um estacionamento e uma área de lazer, limita-se ao terreno onde, no passado, ficava a favela. A Prefeitura chegou a estudar a desapropriação de lotes vizinhos, caso fossem necessários para a implantação do projeto, mas não o foram. A ZEIS do Jardim Edite é composta de outros terrenos além desse. Parte desses terrenos pertence a Fazenda Pública do Estado, parte ao DER, e, em outra ponto, ficam 16 casas simples, de classe média baixa. Os proprietários têm direito de vender seus terrenos a quem quiserem, porém, caso os compradores desejarem lançar empreendimentos imobiliários nesses terrenos citados, terão de respeitar a legislação municipal. Nas ZEIS, é permitida a construção apenas de HIS e HMP (Habitação de Mercado Popular). Não há nem nunca houve planos da Prefeitura de mudar essa lei.”

27 comentários sobre ““NÃO É VERDADEIRA a informação de que parte da área desapropriada no Jardim Edite será vendida à iniciativa privada”, diz Secretaria de Habitação

  1. Raquel, boa noite!

    Nos representantes dos moradores da favela do jardim edith, a associação de moradores do jardim edith, estamos achando competamente estranho as atitudes da prefeitura.

    O 1º projeto com as moradias, deixava o restaurante-escola proximo as moradias das 16 familias, conforme poderia ser visto na placa informando a obra.

    veja a foto, no quarteirão esquerdo aos novos predios

    http://jardimedith.blogspot.com/2010/12/nova-reuniao.html

    E apos muita pressão…estão alterando o projeto, conforme a planta apresentada na reportagem da folha.

    Poderá verificar mais questões que estamos indagano no link abaixo.

    http://jardimedith.blogspot.com/2011/02/luta-ainda-continua.html

    Grato
    Assoc. Moradores do Jardim Ediht (Favela)

  2. Estão “tirando” os equipamentos publicos, que no 1º projeto ficava ao lado das 16 familias e colocando agora, junto aos predios….ou seja deixando a “area” vazia.

    Grato
    Assoc. Moradores do Jardim Ediht (Favela)

  3. Bom agora estão faltando, uma piscina, uma campo de golfe, uma quadra de tênis, um campo de futebol, etc etc……….

  4. Placas estás da propria prefeitura.
    Não sei porque os moradores do Jd. Edith estão reclamando. Vão ter suas moradias no Brooklin com todo o conforto junto com equipamentos sociais bem proximos, que eu particularmente achei muito bonito todo este projeto, algo que outros moradores de favelas não tem. Vcs tem que ficar feliz e deixar os 16 morados felizez tb.
    Assim todos saem bem dentro de suas realidades. Espero q cvs todos saiam ganhando e nunca perdendo.
    Torço p os moradores do Jd. Edith, os 16 moradores visinhos e a vizinhança ao redor que todos ganhem com isso.

  5. Sabe de uma coisa! Só sei que trabalho duro 14 hs por dia para manter a minha família. Pago ainda um aprtamento numa das regiões mais pobre de S/ao Paulo e nem por isso fico por ai invadindo terreno de ninguém e brigando por coisas que não são minhas. As minhas eu compro e pago. Portanto façam igual a mim e a meus pais que trabalharam a vida inteira para ter alguma coisa, tenham um pouco de dignidade e vão procurar o que fazer.

  6. Bom acho que todos trabalham, sendo de favelas ou não, então, por favor, pense antes de falar, ali moravam pessoas dignas, trabalhadoras, ninguém quer nada de ninguém, caso voce não saiba, vamos pagar para estar nesse local, nada vai ser de graça.

    • O sr. falou certo moravam durante anos sem nada pagar, então não é bem assim, e os impostos quem vai pagar?TODA SOCIEDADE PAULISTANA QUE NÃO PODE MORAR NUM LUGAR DESSES QUE É MUITO CARO. ORA FAÇA O FAVOR DE NÃO FALAR ASNEIRAS.

  7. Caro OBSERVADOR 3 :
    Sabemos que ali tem pessoas trabalhadoras, todos concordamos que todo cidadão tem direito a uma moradia digna. A questão levantada aqui é garantir o direito de todos. Moradores da comunidade e das 16 familias que residente ali. Mas o que me parece conversi com alguns destes moradores e o relato foi que eles como legitimos moradores a mais de 50 anos tem menos direito de propriedade que os da comunidade.
    Se as pessoas da comunidade já tem o direito de moradia garantida, pq se importar com parte do terreno que não vai ser utilizado??? Se uma construtora construi um predio ali esta area q n irá ser utilizada, não muda nada pra vcs, vcs vão morar no mesmo lugar no brooklin numa area nobre, com certeza tv irá valorizar seus aptos.
    Se isso acontecer vcs terão moradias dignas e as 16 familias que são tb trabalhados e a grande maioria é assalaria e aposentados eles terão tb o direito de propriedade e podendo vender a quem quizer.
    Viu assim todos saem no lucro: a comunidade, os 16 proprietarios, as construtoras o vizinhança o bairro.
    ESTA BRIGA É VAM. ESTÃO TENTANTO COLOCAR O PESSOAL DA COMUNIDADE CONTRA AS 16 FAMILIAS QUE ALI MORAM A MAIS DE 50 ANOS.
    QUE ABSURDO..

    • Caro OBSERVADOR:

      Em nenhum momento questionamos os direitos das 16 familias, lembrando que até concordamos com a exclusão da area onde eles moram da planta das moradias para a comunidade, o que resultou na “reversão” da desapropriação das areas. Inclusive “homologamos” isto na justiça, aceitando um 2 acordo, aceitando conjuntos com mais de 8 andares.

      Mas agora a Prefeitura apresenta projetos com até 16 andares, justificando que não tem espaço suficiente para a construção de todas os apartamente.

      Conforme voce mesmo expôs em seu comentario:

      “Se as pessoas da comunidade já tem o direito de moradia garantida, pq se importar com parte do terreno que não vai ser utilizado??? ”

      Porque eles se IMPORTAM se utilizarmos este espaço, que anteriormente era ocupada por moradores da Comunidade do
      Jardim Edith.

      Em em conversas com alguns destes moradores, informaram que tinham o interrese de vender o terreno onde moram, e que a construtora interressada so compraria o quarteirão inteiro, o que com a utilização do terreno, seria praticamente impossivel.

      Infelizmente nossa unica conclusão e a da “expeculação imobiliaria”.

      Eles podem vender o espaço onde moram a quem bem entende, como a Area e ZEIS, podem contar conosco para que isto seja alterado. A area onde moram da suficientemente para se construir um conjunto de apartamento por qualquer construtura.

      veja a area, nesta planta:

      https://lh6.googleusercontent.com/-CsbRl8yntlo/TWqiZb26lvI/AAAAAAAAAFc/5NiREklyCqc/s1600/ouae_apresentacao_20_ggouae10mar.bmp

      Nos estamos lutando para que a area seja aproveitada pelo simples fato que que sejam construidos ali os equipamentos publicos, fazendo com que os nossos conjuntos habitacionais sejam construidos em edificio menores que 16 andares, eliminando assim o elevador, o custo do processo e por fim o custo dos apartamentos, que termos que pagar SIM.

  8. Bem sr. Jose. vou discordar do sr. quando diz: ‘Em nenhum momento questionamos os direitos das 16 familias’, FOI QUESTIONADO SIM, tenho informações que um tal de sr. Geroncio exigia o terreno destes proprietarios. Varios moradores me dizeram que o sr. Geroncio apontava para as casas deles e dizia que aqueles terronos era dele. Um morador até me disse que este sr. Geroncio ao passar pela portada casa dele o sr. Geroncio disse: “e ai quando vc vai sair de minha casa”. Isso causou muita indignação neste morar que ele ficou até doente. E para não perderem suas casas os proprietários foram atraz de seus direitos. Confirmo sim o que eu disse:“Se as pessoas da comunidade já tem o direito de moradia garantida, pq se importar com parte do terreno que não vai ser utilizado??? ” Porque???
    Com 8 ou 16 andares vcs vão ter onde morar.Moradias dignas, muitos nem isso tinham. Vão morar com qualidade. Como eu disse Vcs saem ganhando deixe os 16 moradores tb sair felizes como vcs. Vcs ganharam uma batalha TER A TÃO SONHADA CASA.E não é uma casinha qualquer são predios bonitos num otimo lugar, não é em periferia é em um bairro nobre.
    Veja o sr. diz que anteriormente vcs ocupavam parte deste terreno. Mas sr. Jose vc me descupe os terronos ocupados por vcs não era de vcs. Era invasão. Então pare e pense nisso: (posso exigir algo que não é meu, nunca pague impostos por ele, não fiz meu papel como cidadão?? Qndo comprei de alguém eu sabia que estas terras eram invação.)
    Não quero aqui tomar partido de niguem, mas o que é justo é justo.
    O sr. diz tb que:” informaram que tinham o interrese de vender o terreno onde moram, e que a construtora interressada so compraria o quarteirão inteiro, o que com a utilização do terreno, seria praticamente impossivel.”
    Viu como vcs podem prejudicar estas pessoas, elas podem ficar com seus imoveis inutilizados para sempre se esta area for utilizada como vcs querem. COMO EU DIZE TODOOOOS TEM QUE SAI GANHANDO. è um direito deles de vender pois elas pagaram por estes terrenos e pagam importos até hoje.
    Alias o sr, disse tb “que eles podem vender sim, mas como zeis”. o interessante é que qndo. foi mudado o zoneamento eles não foram informados desta mundaça de zoneamento e ainda continuam pagando os seus importos com o zoneamento anterior. O que me consta area de zeis os moradores não pagam iptu, agua e luz são taxas pequenas, mas este moradores pagam tudo isso e muito caro. Pude ser uma conta de luz de um destes moradores o valor da conta de luz era de 122 reais. isso é taxa p quem mora em uma zeis???
    Em quando os da comunidade nunca pagaram nada disso ou sómente taxas de 15, 20, 30 reais.
    Espero que tudo de certo.

    • Sr. Observador.

      Vou incluir topicos, para melhor esclarecimento, mas antes informo que o Sr. Geroncio, e o presidente da Comunidade do Jardim Edith.

      1) voce diz “”Em nenhum momento questionamos os direitos das 16 familias’, FOI QUESTIONADO SIM, tenho informações que um tal de sr. Geroncio exigia o terreno destes proprietarios”

      – Na acordo judicial ocorrido em 08/2008 junto a Justiça, o projeto/planta apresentada pela Prefeitura, incluia a area onde estas 16 familias moravam, e alem de estarem como ZEIS, constavam em projeto para desapropriação. Temos documentos oficiais com esta informação.

      – Como deve ser de seu conhecimento, em acordo judicial, somente e permitido alteração nas “clausulas” se houver comum entendimento. A Prefeitura apresentadou um novo projeto, que excluia estas areas de desapropriação e a Assoc. de Moradores concordou, neste ato representado pelo Sr. Geroncio, inclusive foi homologado na justiça em 09/2009.

      Não prejudicamos as familias, que para muitos dos ex-moradores da favela, são conhecidos e amigos. Eu mesmo conheço alguns.

      -2) Ameaças do Sr. Geroncio.

      – O fato de o Sr. Geroncio afirmar “que o terreno era dele”, com certeza e um fato mentiroso.

      – Nas ultimas ida do Sr. Geroncio ao local, hoje desocupado, quem e “hostilizado” e ele, sempre fazendo ameaça, fato em que estive presente. Hoje o mesmo não vai mais sozinho na região. QUEM E O AMEAÇADO AQUI?

      – Em reunião do conselho gestor da operação urbana, as 16 familias leram uma carta, comentando que o Sr. Geroncio tinha ameaçado eles. Mas quando foi solicitado copia do documento, nunca tiveram a coragem de apresenta-lo, simplesmente pelo fato MENTIROSO, e que o Sr. Geroncio levaria a justiça tal acusasão.

      3) voce diz “”Confirmo sim o que eu disse:“Se as pessoas da comunidade já tem o direito de moradia garantida, pq se importar com parte do terreno que não vai ser utilizado??? ” Porque???”

      Estamos muito preocupados com a construção de nossas moradias, visto que o planta\projeto que nos foi apresentado pela HABIS no acordo homologado na justiça, não é o mesmo que esta sendo mostrado para a imprensa.

      A área ja esta com decreto para desapropriação, limita-se ao terreno onde, no passado, ficava a favela. Esta área poderia ser utilizada, por exemplo:

      – Construção dos apartamentos que faltam para os moradores que se cadastraram. No cadastramento há 274 moradores que optaram por morar no Jardim Edith, no projeto existem somente 240;

      – Em vez de apartamentos de 16 andares, poderia ser feito mais conjuntos, porem com menos andares e sem o elevador;

      – Custos – com a exclusão dos elevadores haverá um considerada redução de custo dos condomínios;

      – 60 vagas de estacionamentos no projeto, em um total de 240 apartamentos, ou seja 4 apartamentos por vaga, sem contar que estarão na rua, que serão “disputadas” por moradores, usuários dos equipamentos públicos (Unidade Basica de Saude, creche e restaurante-escola) e trabalhadores da região;

      – Área de Lazer – Será utilizado no “teto” do 1º bloco, onde estará a unidade básica de saúde e o restaurante-escola.

      4) Você diz “Veja o sr. diz que anteriormente vcs ocupavam parte deste terreno. Mas sr. Jose vc me descupe os terrenos ocupados por vcs não era de vcs. Era invasão. Então pare e pense nisso: (posso exigir algo que não é meu, nunca pague impostos por ele, não fiz meu papel como cidadão?? Qndo comprei de alguém eu sabia que estas terras eram invasão.)”

      – os terrenos também não são deles.

      – Direta ou indiretamente, todos pagam impostos, na compra de um remedio, no ida ao supermercado, na cervaja na padaria, etc. em tudo isto a prefeitura tem um “pedacinho”

      – também existem imoveis, com isenção do imposto.

      Pense nisto também!

      5) Você diz “O sr. diz tb que:” informaram que tinham o interrese de vender o terreno onde moram, e que a construtora interressada so compraria o quarteirão inteiro, o que com a utilização do terreno, seria praticamente impossivel.””

      – Esta afirmação, foi do Sr. Aureo, acho que o senhor conheçe.

      – Com a favela com certeza era pior!

      6) Você diz “COMO EU DIZE TODOOOOS TEM QUE SAI GANHANDO. è um direito deles de vender pois elas pagaram por estes terrenos e pagam importos até hoje.”

      – Existem terrenos sendo comprados em area nobres para construção de condominios, bem ao lado de favelas, de uma olhada no real parque, e olhe que não falta compradores deste imoveis.

      – a presenção ou não deste conjunto habitacional, não vai prejudicar em nada, pode ser que esta construtora que esta interessado hoje, seja outra amanha.

      7) Finalizando:

      So um exemplo:

      Sera que o bairro do Brooklin tera capacidade de aquentar todos o transito, com o aumento do fluxo, com estes novos empreendimento, que hoje na maioria e de “condominios residenciais”, nestas ruas estreitas?

      Pode ser que a decisão não seja nossa, mas no final tudo vai dar certo!

  9. Caro sr.Jose vejo que invam estes comentarios. Tudo que for dito aqui vai ser palavras de um contra palavras de outros. Sinto em lhe dizer q não é bem assim q o sr. esplanou. Conheço bem todas as pessoas evolvidas tantos o 16 moradores com muitos da comunidade . Meu ramo de atividade me faz obrigadoriamente saber muitas coisas, com venhamos saber q o sr diz não bem assim mesmo.
    Informações como ” NEM ELES SÃO DONOS”, nem um destes moradores estão ou receberam ordem de desapropriação. Como eles não são donos!
    Se há um acordo judicial ocorrido em 08/2008 junto a Justiça q pode desapropriar estas 16 familhas é JUSTO DESAPROPRIAR PROPRIETARIOS QUE MORAM ALI ANOS PARA CONSTRUIR MORADIAS P OS DA COMUNIDADE. ONDE HA LEIS QUE DIZ RETIRAR MORADORES PARA COLOCAR OUTROS?
    Todos os outros pontos eu poderia qui mostrar q REALMENTE

  10. Caro sr.Jose

    Vejo que é invam estes comentarios. Tudo que foi dito aqui vai ser palavras de um contra palavras de outros. Sinto em lhe dizer q não é bem assim q o sr. esplanou. Conheço bem todas as pessoas evolvidas tantos o 16 moradores com muitos da comunidade . Meu ramo de atividade me faz obrigadoriamente saber muitas coisas, com venhamos, q o sr diz não é bem assim.
    Informações como ” NEM ELES SÃO DONOS”, nem um destes moradores estão ou receberam ordem de desapropriação. Como eles não são donos!
    Se há um acordo judicial ocorrido em 08/2008 junto a Justiça q pode desapropriar estas 16 familhas é JUSTO DESAPROPRIAR PROPRIETARIOS QUE MORAM ALI ANOS PARA CONSTRUIR MORADIAS P OS DA COMUNIDADE. ONDE HA LEIS QUE DIZ RETIRAR MORADORES PARA COLOCAR OUTROS?
    Todos os outros pontos que o sr. levandou aqui eu poderia mostrar q o sr esta REALMENTE ERRADO.
    Mas eu não vou faze-lo. Não quero aqui como já falei defender ninguém, só mostrar os fatos e vejo sim uma GRANDE INJUSTIÇA CONTRA OS 16 MORADORES ALI.
    Mas caso a maioria das pessoas aqui quiser q eu fale os pontos levantado eu falarei, que vcs se manifestem.
    SÓ QUERO Q AJA JUSTIÇA P AMBAS AS PARTES.

    Obrigado.

  11. Algumas considerações sobre o assunto:

    Apesar de não ter conhecimento em Urbanismo, acredito que região da Berrine, que é objeto desta discussão,está longe de ser um local apropriado para moradia – excesso de trânsito, excesso de poluição do ar e sonora, pouca prestação de serviços e pouco lazer.
    O sistema de transportes carece de uma linha de metrô.
    Hospital próximo, não existe.
    Quando é pleiteado, por exemplo, área de lazer e estacionamento, vejo que a população local precisa, exatamente, das mesmas coisas que eu, que moro na região da Av. Paulista, região da cidade considerada “nobre”.
    Na região da Paulista, por exemplo, que engloba Bela Vista, Cerqueira Cesar, Paraíso e Jardins, moradores têm pouquíssimas ópções de lazer, aliás, apenas uma, o Trianon. Os prédios de lá, antigos, não possuem áreas de lazer, e os poucos que possuem, são de altíssimo padrão, feitos para poucos.
    Vagas para estacionamento na rua, impossível. Eu mesmo, tenho que alugar uma garagem para o meu carro.
    Outro ponto que merece destaque, e a aparente “rivalidade” estabelecida entre as partes, que viveram lado a lado por tantos anos, o que não ajuda em nada a ninguém. Tenho vínculos tanto com pessoas que compõem o grupo da 16 famílias, quanto com o moradores que serão beneficiados com as novas moradias.
    De um lado, vejo famílias que são vítimas do descaso do poder público por décadas, legalmente merecedoras da atenção da administração, em todos sentidos.
    Do outro lado, pessoas que, ao comprarem seus imóveis,”desbravaram” uma região que no passado não era nada além que um brejo, tendo sido elas responsáveis diretas pelo progresso do local.
    Ora, será impossível uma composição que atenda a todos de maneira satisfatória? Ora, a comunidade é composta por todos, sem excessão – então porque privilegiar um em detrimento dos demais?
    Será impossível à prefeitura atender aos anseios dos moradores que habitarão o conjunto habitacional, ao mesmo tempo garantindo às 16 famílias o seu direto à propriedade, continuando a vivier em suas casas ou, porque não, vendendo-as a quem quer que seja?
    Acho que ó maior problema que temos no caso é a falta de bom senso de alguns e, principalmente, a incapacidade administrativa da prefeitura.

  12. Luciano.
    Até que enfim alguém manisfetou-se de forma correta e ponderada. O direito de todos é indiscutível. Mas há que se tratar do assunto com responsabilidade. Ali realmente não é lugar para um conj, habitacional, nem de baixa nem de alta renda.

  13. Luciano,

    Concordo plenamente com o que disse. Acho que a grande discussão não deve ser o que é direito de 16 moradores ou daqueles que irão habitar o conjunto habitacional. Todos devem ter seu direito a moradia assegurados. O que deveria ser melhor discutido é o local de construção desse conjunto habitacional. Tenho conversado com muitas pessoas que trabalham ou moram na região da Berrini e realmente aquele não parece ser um local adequado. Acho que a prefeitura deveria repensar sobre essa decisão. Tenho certeza que é possível chegar num consenso, assegurando o direito a moradia de todos e o uso mais adequado para aquele terreno.

  14. Bando de folgado… vão montar moradias populares onde o terreno é da Prefeitura, e deveria colocar um parque, agora coloca um prédio em frente a Ponte Estaiada, e acaba com o cartão postal de sp, vai virar tipo o minhocão de SP, para agradar pessoas que invadem terrenos públicos e ainda querem exigir um monte de coisa,,, a Prefeitura tem que ser dura e não ceder.

  15. Boa, Rodrigo…um parque ficaria bem mais adequado naquele terreno…Gastou-se zilhões naquela ponte, virou de fato um cartão postal, valorizou a região e agora vão gastar p/ estragar…não entendo esse governo…não sei se adiantaria mas acho que poderíamos fazer um abaixo assinado contra ou algum tipo de manifestação pela internet mesmo.

    • Concordo com vcs, Rodrigo e Telmo.
      Engraçado é que na hora de pagar tributos, esse povo não quer ser cidadão. Mas na hora de mamar na teta da vaca, aí, a história é bem diferente…
      Oras, é fácil lembrar dos direitos e esquecer dos deveres!

  16. Concordo Rocrigo. O fato de ali ser ponto de partida de corridas de bicicleta, a pé, etc.. poderiam sim fazer um parque ou praça, como ponte de apoio. Assim toda a população de São Paulo seria beneficiada, não apenas uns poucos, como se falou acima há vários terrenos para esse fim(moradia)além de ficar muito mais bonito. Imaginem ali uma praça bem arborizada com bancos para os trabalhadores da Berrini e adjacências se beneficiarem. E também ficaria mais barato para os cofres públicos(ou seja nosso dinheirinho).
    Isso mesmo temos que fazer uma grande manifestação.

  17. Pessoal,
    Acompanhem atualizações sobre o assunto no blog http://jardimedith.blogspot.com/

    Uma das últimas notícias trata da liberação de discussão do Plano Diretor na Câmara. Deveria-se aproveitar esse momento para mudar o zoneamento daquela região que é uma ZEIS (Zona de Interesse Social). Quando o Plano Diretor foi definido talvez fizesse sentido esse zoneamento, atualmente não faz mais.

    Espero sinceramente que antes de iniciar de fato a construção a Prefeitura avalie com mais cautela o planejamento para aquela área.

    Vejo aqui que assim como eu existem outras pessoas indignadas com esse absurdo!

  18. Concordo. Existem vários terrenos para esse fim, sem ônus para a prefeitura. Não consigo etender porque um investimento tão caro para aquela região, para beneficiar apenas poucas pessoas. Sendo que há tantas pessoas precisando de moradia. Se vendessem o terreno para a iniciativa privada daria para fazer muito mais casas. Estão previlegiando apenas alguns. Pelo que sei só na região existem mais de 8000 famílias sem casa para morar. E essas outras também não teriam o mesmo direito?

  19. Considero este projeto social nesta área uma verdadeira palhaçada, pois a maior parte das pessoas que receberam algum tipo de indenização é gente que “simplesmente” se abancou de uma área que foi demolida pelo DNER muitos anos atrás, ao passo que donos verdadeiros; como minha mãe; até hoje é obrigada a brigar com a prefeitura para NÃO PAGAR IPTU DE UMA ÁREA QUE JÁ ESTÁ SENDO UTILIZADA PELA SECRETARIA DA HABITAÇÃO, E O QUE É PIOR, SEM RECEBER UM CENTAVO.(acreditem estou tendo que pagar o IPTU de 2012)
    Todos temos o direito a moradia, mas considero JUSTO que antes que derrubem a sua casa(cortiço com vários quartos invadidos),LHE COMUNIQUEM E PAGUEM O PREÇO JUSTO.
    Todos os “ditos moradores receberam algo”, mas e os proprietários que por anos a fio enfrentaram enchentes constantes, posteriormente tendo que conviver com drogas e outros tipos de violência que nos afastaram (crianças daquela época) de brincadeiras na rua. RESUMINDO? FOMOS PRIVADOS EM USUFRUIR DOS FRUTOS DE TANTO SACRIFÍCIO EM FUNÇÃO DO DESCASO DOS ORGÃOS PÚBLICOS QUE NÃO GARANTIRAM NEM O MÍNIMO; SEGURANÇA PÚBLICA.
    Saliento ainda que, os últimos moradores não quiseram vir para a periferia, mas nós ‘REAIS PROPRIETÁRIOS” fomos obrigados a fazer isto, para não continuarmos a ser ameaçados.
    Infelizmente, hoje vejo a minha mãe sofrendo por tanto descaso.
    ISTO É O FIM…..MAS INFELIZMENTE……….. NÃO UM FIM “FELIZ” PARA QUEM LUTOU TANTO.

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