Guia e folheto mostram como é possível respeitar o direito à moradia em situações de risco iminente

O folheto e o guia abaixo – que produzimos na Relatoria da ONU para o Direito à Moradia Adequada – mostram que é, sim, possível respeitar o direito à moradia mesmo em situações de risco iminente.

Saiba mais visitando: http://www.direitoamoradia.org

FOLHETO

Para ver na tela do computador, clique aqui. Para baixar o arquivo, clique aqui.

GUIA

Para ver na tela do computador, clique aqui. Para baixar o arquivo, clique aqui.

Há também versões deste material em inglês, espanhol, francês e árabe.

10 comentários sobre “Guia e folheto mostram como é possível respeitar o direito à moradia em situações de risco iminente

  1. Olá Raquel, muito legal o material. Admiro muito o seu trabalho, já estudei vários dos documentos produzidos por você (com o perdão da liberdade de te chamar de você) e fui numa palestra sua no Encontro Nacional de Estudantes de Arquitetura (ENEA) em Brasília 2004.

    Também mantenho um blog e escrevi um texto sobre as “tragédias” do RJ. Se tiver curiosidade e um pouco de tempo ai vai o link:

    http://avidaeumlanche.wordpress.com/2010/04/08/tragedia-no-rio-de-janeiro/

    Também sou arquiteto e urbanista e estou fazendo um mestrado relacionando os conceitos de espaço público e capital social na Espanha.

    Um grande abraço

  2. Oi Raquel!!! Esse material é muito bom!!! Tem sido meu guia… Meu colega trouxe do Fórum Mundial de Habitação…

    Há um ano tenho estudados os impactos causados na vida de pessoas reassentadas… e já li alguns materiais que produziu…

    Admiro muito teu trabalho! Espero ter o previlégio de te conhecer no seminário internacional da habitação que acontecerá em maio em porto alegre… estarei lá apresentando um projeto de pesquisa…

    Um grande abraço!!

  3. Oi, Renan e Vanessa

    Muito bom saber que vocês gostaram do material! Ele pode ser reproduzido e repassado livremente. Aliás, se vocês conhecerem exemplos de práticas bem sucedidas de implementação do direito à moradia, enviem para que possamos divulgar no site da Relatoria. Há uma seção exclusiva para isso.

    Abraços,

    Raquel.

  4. Olá Raquel, tudo bem? Sou sua admiradora, gosto muito do seu blog. Como eu faço pra adquirir um exemplar da cartilha “Como produzir moradia bem localizada com os recursos do programa minha casa minha vida?”
    Um abraço,
    Marcia

  5. Oi, Raquel gostamos do material ele circulou em uma assembléia nossa no Morro dos Prazeres eu Tb reproduzir mais e em nossas assembléias pelas comunidades afetada pelo olhar especulativo do prefeito e seus sócios do projeto imobiliário pré-condominial lançado oficialmente pela prefeitura do rio Neolacerdista. Acredito que O direito a Moradia nasce com a necessidade humana de proteção a vida, pois como vamos existir e resistir ao tempo. Em minhas intervenções na diversa assembléia que o Movimento Popular e a Pastoral de Favelas do RJ esta realizando em diversas comunidades pude verificar o seguinte a Prefeitura não esta interessada em preservar o Direito a Moradia, mas em remodelar a Cidade, como vc é uma pesquisadora do assunto vou tecer um breve relato no M. Prazeres o Paz não esta preocupado com as vitimas fatal nem o desdobramento dos vitimados acredite se as famílias sofreram um acidente emocional e físico com perigo de morte. Logo a prefeitura deveria garantir para os que perderam tudo uma MORADIA e para os que sofreram acidente como lesões, fraturas ou deformações físicas deveriam esta sendo acompanhado pelo fisioterapeuta CP, TRATAMEMTO DE FISIOTERAPIA com os que sofrerão distúrbio metal TRATAMENTO PSIQUIATRICO, mas que nada o tratamento é de CHOQUE de ORDEM PIROTECNICA. Nos Lideranças comunitárias estamos empenhados em demonstrar para o PAZ que é “possível respeitar o direito à moradia em situações de risco iminente”, mas a remoção esta sendo empregada como política de Governo, outro exemplo comunidade Vila das Torres em Madureira, 831 famílias estão ameaçadas de remoção para assentamento de ARVORES e pura estética urbanística de um sonho de verão,

  6. CONPANHEIROS!
    Todos juntos contra as covardias do nosso poder governamental!
    Precisamos reciclar as nossas forças. Temos que fazer como disse a Maria dos camelos, a parte política dos movimentos sociais. Se não existir povo, o mundo não precisará dos políticos. Na verdade a sociedade é quem tem que de alguma forma criar um meio de se expressar para o poder cobrando as soluções para as demandas dos campos e das cidades sem dar oportunidade a eles de fazerem vistas grossas para as nossas reivindicações comunitárias
    Não somos desconhecedores de que estamos sendo engolidos pelo poder capitalista. Isso se da pelo fato de confiarmos demais neles. Nossos votos geralmente são dados por acreditar nas promessas e não por ter uma consciência viva de quem são esse que vem nos pedir votos, seja pessoalmente ou pela mídia. É precioso que façamos uma vistoria no passado e no presente deles e permanecer na vigília a cada passo por eles dado em cima das decisões em relação as nossas vidas. A internet está aí para facilitar muitas coisas, inclusive para nos mostrar o que eles(as) são.
    Essa coisa de sairmos da nossa casa para votar, e não poder ter participação nas construções dos projetos que serão destinados as nossas vidas, e que foram criadas por aqueles que acreditamos que chegaram a onde estão através dos votos do povo não tem cara de DEMOCRACIA. Tem sabor de uma receita feita por ditadores e capitalista da qual a marmelada escorre em calda para os bolsos de alguns empresários e políticos ditadores outros maus caráter. É vergonhoso o que as três esferas vêm tramando em conjunto contra a sociedade. Se elas se dizem juntas, então a lambança que temos presenciado faz parte do conjunto.
    Abraços socialistas para todos que estão empenhados na luta pela moradia digna e votos de fé no criador do universo, forças para que não joguemos as toalhas para que eles não enxuguem os nossas lágrimas. No mínimo, se perdermos, temos que ter a consciência de que a nossa batalha a princípio pode parecer perdida , mas quanto maior parecer a vitória dos injustos, mais alta será a queda deles. Não estamos desejando isso. O que esperamos e queremos na verdade é uma sociedade justa

  7. Cara Raquel,
    Sou professora titular da Escola de Serviço Social/UFRJ e coordeno o Núcleo de Pesquisa e Extensão Favela e Cidadania.Estou assessorando o CRESS- Conselho Regional de Serviço Social aqui no Rio de Janeiro na realização do Seminário SERVIÇO SOCIAL, DIREITO À CIDADE E POLÍTICA URBANA a ser realizado nos dias 10 e 11 de outubro de 2011 próximo, na UERJ. Apreciamos muito o material (cartilhas sobretudo), apresentado no seu blog. Gostaria de saber se podemos ter acesso a esse material impresso no Rio de Janeiro para distribuição para os participantes do Seminário ( assistentes sociais que trabalham com a questão urbana, muitos deles envolvidos em processos de remoção). Agradeço antecipadamente pela resposta e parabenizo pelo belo trabalho na relatória da ONU, bem como pela produção do Blog que traz elementos importantes para quem trabalha com as políticas urbanas. abs,
    Maria de Fatima Cabral Marques Gomes

    • Oi Maria de Fátima,
      Nossos exemplares impressos acabaram e não temos mais recursos pra imprimir.
      Se vocês conseguirem recursos por aí, podemos enviar os arquivos pra impressão (inclusive, há um espaço para inclusão de logo, caso vocês queiram inserir a de vocês).
      Outra solução é divulgar o link na internet. Bom, se precisar, entre em contato através do raquelrolnik@gmail.com
      Abraços e bom seminário,
      Raquel.

  8. Boa noite Raquel Rolnik,
    Moro no Distrito do Jd Helena e atuo na região, a qual será construido o Projeto Parque Linear Várzea Tietê. Tenho atuado nos movimentos que lutam por justiça no processo de remoção e despropriação das famílias que sofreram as remoções aqui na Várzea do Tietê. Segundo a Secretaria que está viabilizando o projeto, serão removidas 6.600 famílias. o problema é que o Goiverno Estadual ainda não apresentou uma proposta de realocação digna. Trabalho no Instituto Alana, sou responsável pela Articulação Comunitária. Gostaria de saber se é possível a sua presença para uma palestra para os moradores dos bairros que serão afetados.

    Meu e-mail é: oswaldo@alana.org.br, oswaldoacaleo@bol.com.br

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