Matéria publicada no dia 26 de janeiro pelo jornal O Tempo, de Belo Horizonte, observou que, em dez anos, a quantidade de lotes vazios na cidade caiu de 60 mil para 20 mil. Segundo o jornal, “Deve ser por isso que áreas ocupadas como a Vila Acaba Mundo com 2.000 moradores, entre os bairros Sion e Mangabeiras, e uma área de 10 mil metros quadrados ao lado são disputadas por construtoras nos últimos cinco anos.”. Como se a Vila Acaba Mundo fosse um dos últimos vazios urbanos da cidade.
Integrantes do programa Polos de Cidadania da UFMG escreveram uma carta ao jornal, contestando essa ideia. A carta afirma que “Muito pesar causa a constatação de que o ponto de vista do autor privilegia os interesses econômicos e financeiros do mercado imobiliário em franca expansão na capital mineira, a despeito de direitos fundamentais exercidos por pessoas economicamente desprivilegiadas, cujas histórias misturam-se com o crescimento dos bairros do entorno.”
Para ler a matéria do jornal O Tempo, clique aqui.
Para a ler a resposta do programa Polos de Cidadania, clique aqui.
Isso tmb aconteceu aqui na zona portuária carioca, quando representante da prefeitura, em lanche de apresentação do projeto “Porto Maravilha” sacou a pérola: “Pq não tem nada na Providência, nada no Morro do Pinto, nada na Pça Mauá! (…)”. Pessoas comuns q escutavam a declaração se entreolharam…………
A barbárie está mais do que nunca ganhando. Urge respirar fundo e retomar o fôlego p resistir.
abçs
Adriana